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Pode-se optar por um acesso dedicado de velocidade interior (19.2Kbps ou 28,8Kbps) via linhas privadas ou mesmo comuns, via um Provedor de Acesso de maior porte.
Nos EUA esse acesso pode ser obtido através de outras tecnologias, tais como linhas privadas de 56 Kbps, conexões via ISDN, conexões T1 (1.544 Mbps) e FT1 (em frações de 56 Kbps), conexões T3 (45 Mbps), e conexões a Redes ATM.
1.6.1.2. Roteador
Consiste no módulo responsável pelo controle do trátego de pacotes entre a rede do Provedor de Acesso e a lnternet; essa função pode ser desempenhada:
• por um equipamento dedicado a essa função (um roteador IP), a forma mais comum e eficiente, ou
• por estações (PC's) com software dedicado a essa função, ou
• pelo próprio Servidor de Aplicações, através de interfaces de hardware e configuração do software TCP/IP do mesmo.
O ponto comum a essas opções é a necessidade da implementação dos protocolos necessários para a cnnectlividade de redes na lnternet (protocolos IP e de roteamento), além de facilidades de administração (por exemplo o protocolo SNMP).
1.6.1.3. Servidor de Aplicações
É o equipamento (ou equipamentos, conforme o porte) onde residem os programas responsáveis pelos serviços disponibilizados aos usuários.
Em função do porte do provedor de acesso, podem ser utilizados desde uma única estação PC486 DX-2/66 eu equivalente até vários equipamentos com os serviços distribuídos entre eles.
A característica principal desses equipamentos é a de possuirem um Sistema Operacional MultiTarefa, sendo os de filosofia UNIX (BSDI, SunOS, Linux, FreeBSD, SCO Unix, AIX, HPUX entre outros) e o Windows NT os mais usados.
As soluções mais completas são as baseadas em plataformas Sun e Silicon Graphics, utilizando estações de alta performance e Sistemas Operacionais de filosofia UNIX; soluções mais baratas (porém eficientes) são possíveis baseadas em equipamentos do tipo PC/lntel (486 ou Pentium) com Sistemas Operacionais Linux ou FreeBSD (de domínio público) ou Windows NT.
1.6.1.4. Servidores de Comunicação
É o conjunto de interfaces seriais através das quais os usuários se conectam à rede de Provedor de Acesso; essas conexões podem ser temporárias (discadas) ou permanentes (dedicadas), podendo sua implementação ser feita:
• Através de Servidores de Acesso Remoto (Remote Access Servers), ou
• Integrada ao roteador, ou
• Integrada ao Servidor de Aplicações, através de placas multisseriais assíncronas e/ou síncronas.